O curso apresenta os fundamentos da direção de arte para cinema, explorando o trabalho do diretor de arte e a construção visual de uma obra audiovisual. A partir da análise de roteiros e de exercícios práticos, os participantes conhecerão processos de conceitualização, pesquisa de referências, criação de moodboards, definição de cores e materialidades, além do desenvolvimento de layouts e plantas baixas. Ao longo das aulas, será desenvolvido um olhar criativo e técnico para transformar as necessidades narrativas de um roteiro em espaços, atmosferas e elementos visuais.
Aula 1 | Introdução
O papel do diretor de arte em um filme. Estrutura da equipe de arte e funções dos profissionais no departamento.
Aula 2 | Um olhar criativo sobre a direção de arte
Processos criativos e técnicos aplicados em filmes de longa-metragem, abordando conceitualização, moodboard, layouts, materialidade e cores.
Aula 3 | O roteiro e a direção de arte
Leitura criativa, análise e decupagem de um roteiro de curta-metragem.
Aula 4 | Linguagem visual
Aula prática voltada à conceitualização da direção de arte. Os alunos explorarão recursos como pesquisas de referências, materialidades e paletas de cores.
Aula 5 | Explorando a espacialidade
Exercícios para traduzir em espaços físicos as necessidades narrativas do roteiro do curta. Experimentos para desenvolvimento de layouts e plantas baixas.
Aula 6 | Definindo um caminho
Montagem de uma apresentação com os materiais desenvolvidos nas aulas anteriores.
Aula 7 | Pitching
Apresentação das propostas de linguagem visual e direção de arte dos alunos para o curta.
Aula 8 | Resultado: uma ideia materializada
Exibição do curta-metragem previamente produzido a partir do roteiro estudado.
Sobre a professora
Marines Mencio é diretora de arte de filmes premiados em festivais como Berlinale, Cannes, Emmy, San Sebastián e Toronto. Em sua carreira, destacam-se os filmes Elize: sombras de uma mulher, dirigido por Felipe Vellasco; Carvão, de Carolina Markowicz; Chico Bento e a goiabeira maraviósa, dirigido por Fernando Fraiha e Daniel Rezende; e Meu nome é Bagdá, de Caru Alves de Souza. Recebeu o Troféu Redentor no Festival do Rio e o Prêmio ABC de SP de Melhor Direção de Arte pelo filme Carvão.